terça-feira, 12 de junho de 2012

Alforria



"O Sol quente dos solos Pernambucanos e Baianos queimavam a pele já fraquejada pela sombra do tempo que se arrastava daqueles tidos como escravos. Mãos calejadas empunhavam a foice para o corte da cana. Os olhos lacrimejantes ardiam na tristeza pela saudade da terra natal. O chicote do feitor a estalar nas costelas fadigadas que suplicavam pelo suspiro longe dos açoites...a força de resitir vinha do fundo e não nunca se abalava; esta força era a Fé(...)."(Lucas M. Santana)

São muitas as hitórias dos grandes sábios de nossas terras que nos mostraram por meio da luta, da abnegação e da fé inabalável, a elaboração de seus alvitres íntimos da real liberdade.

Estes e outros tantos exemplos demonstrados pelo mundo, nos trazem com significância que jás a hora de deixarmos de lado o idealismo e egoismo para tranformação de nós e de nossa individuação.

Ser livre é de longe fazer o que se quer. Ser livre é ter a autonomia conciente de se fazer o que é certo e melhor para si, sem agredir a nós mesmos e à aqueles que nos cercam.

Na caminada do auto conhecimento se fará necessário abnegar das viciações que nos prendem na estaguinação do crescer e ser melhor.

É preciso deixar de lado a velha imagem do cativeiro. Imagem esta que se refletia na prisão e jugo aos considerados mais fracos.

O cativeiro de hoje se faz presente nas idéias e pensamentos ultrapassados. Armas estas, muitos vezes impostas pelos nossos medos e anseios em um futuro desconhecido, onde, optamos pela falsa imagem de segurança.

Idealizar um futuro melhor de forma realista é tarefa importante para propulsionar o pensamento pelas eiras da felicidade.

Olhemos para dentro e percebamos aquilo que hoje nos impede de seguir mais adiante e transformemos a idéia em ação, criando um novo patamar, o da ideação.

Assinando assim nossa alforria da alma, que trás a real liberdade. Porque ser feliz é uma opção que não depende de assinatura.

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