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Os relacionamentos são belos, coloridos, leves gostosos quando feitos e conduzidos de maneira correta.
São muitas as nuances que movem a nós, homens e mulheres, as eiras do afeto e das vontades de relacionar-se.
É preciso para tanto, compreender que numa relação, vivemos "dois"e ao mesmo tempo "um".
Explicarei melhor...
Quando conhecemos alguém e nos entregamos, entrando nas correntes de vento da paixão, deixamos-nos levar pela magia e pelas belezas das qualidades do outro. Imaginamo-nos num futuro repleto de alegrias e viajamos para cada vez mais longe nas correntes do vento.
Devemos lembrar que as paixões de uma forma geral devem nos ser somente propulsoras, e que a persistência delas denotam falta de maturidade para com nós mesmos. É exatamente nestas horas que entramos nas cobranças desenfreadas, nos apontamentos de defeitos descabidos ou na impercepção das virtudes do outro.
Precisamos lembrar que quando, numa relação de amor, "auxiliamos o outro a caminhar por si mesmo, conduzindo-o a encontrar seu próprio curso existencial. esse amor, mesmo que pareça tranquilo, não está de fato estabilizado".(extraido da obra "Conviver e Melhorar" de Lourdes Catherine)
O verdadeiro amor é a capicidade de direcionar a nós mesmos e ao outro numa busca incessante rumo ao entendimento. Por isso vivemos "dois" e ao mesmo tempo "um".
Devemos ser capazes de lidar com as mais variadas órdens vivenciais utilizando da vontade , do saber progredir intimamente e ser arrimo aquele ou aquela que está ao nosso lado, pois esta pessoa assim como nós, tem suas buscas, dificuldades, problemas e vicissitudes da alma errante.
Nesta caminhada tão difícil é imprescindível que para um relacionamneto de fato, ambos desejem.
Como própria postura íntima, não devemos viver de autopiedade. Não devemos nos colocar como vítimas ou algozes, isto é, se faz preciso assumir uma postura de confiança para conosco e isso reflitirá diretamente no outro.
Há sempre duas formas de se estabelecer o vinculo entre duas pessoas: o amor que se faz como uma contrunção contínua e madura se fortalecendo a cada dia por meio da ternura, imensa confiança e devoção que por si só bastará; ou pela "obrigação que gerará as desavenças e recriminações...quem se obriga nas questões do amor vive em constante busca de razões ideológicas ou de justificativas filosóficas".(extraído da obra "Coviver e Melhorar" de Lourdes Catherine)
Para que nossa bolha de sabão permaneça sempre repleta com seu brilho e coloridos se fará sempre oportuno a utilizaão do diálogo sincero; este por sua vez não poderá se converter em cobranças e apontamentos de possíveis defeitos; antes deve ser ferramenta do amor para que aja sempre união e equilíbrio.
Como já dito antes neste Blog e dito por muitos outros tantos pelo mundo afora, a felicidade só depende de nós mesmos, caminhar tendo ao lado alguém com quem dividir não deve significar nunca depender do outro para ser feliz.
A compreensão, a aceitação, o carinho, o entendimento, a solicitude, a sinceridade e a verdade; são cadinhos essenciais na tarefa de educação do amor; porquanto o amor também se aprende.
Saibamos amadurecer para melhor conviver.
Ser feliz é uma escolha.


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